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A Galeria Karla Osorio apresenta mostra individual de Dirceu Maués (Belém/Pará), mestre em artes plásticas pela UnB e doutorando da UFMG, explora diversas pesquisas em fotografia, partindo do pinhole para criar séries inéditas e em técnicas inovadores, que misturam linguagens resultando obras. É a primeira individual do artista na galeria.

Galerias 1, 2, 3 Pavilhão 1 e jardim aberto DIRCEU MAUÉS

Olhares: Dispositivos | Paisagem apresenta trabalhos inéditos – antigos e recentes – de 03 (três) séries distantes que estudam processos primitivos da fotografia, partindo do conceito das câmeras escuras, pinhole e da manipulação química em superfícies fotossensíveis. Estas técnicas tradicionais são colocadas em perspectiva com métodos contemporâneos, pois o processamento das imagens criadas é feito com equipamentos digitais na digitalização e na impressão em grandes formatos. As obras são apresentadas em papel museológico com tinta de pigmentos minerais. Há também instalações interativas com tonéis de ferro e caixas de madeira, dialogando com a natureza e ocupando muito bem os jardins entre os pavilhões da galeria. O espectador se integra à obra e dali pode tirar suas próprias imagens !

Um pouco sobra cada série:

  • EXTREMO HORIZONTE é série de fotografias panorâmicas do espaço urbano, feitas com câmeras artesanais pinhole. A câmera varre o horizonte sob a combinação da imprecisão e intuição nos movimentos das mãos do fotógrafo, que gira o filme e move a câmera, ao mesmo tempo, ora em sincronia, ora em assincronia, enquanto a imagem penetra lentamente pelo pequeno orifício no dispositivo mínimo, sensibilizando o filme em seu
  • INVERSÕES NA PAISAGEM surge de pesquisa sobre as relações da fotografia com instalações e intervenções urbanas, delimitando recorte mais preciso para a pesquisa poética. A câmera escura como elemento na construção de trabalho tridimensional, sua inserção para trabalhar com a magia e o encantamento que as efêmeras imagens projetadas no interior das câmeras escuras provocam no
  • (IN)CERTA PAISAGEM: IMAGINÁRIO DE LUZ E PRATA cria uma espécie de código do fotográfico (quimigrama). Em tempos de manipulações digitais a fotografia ainda representa imagem que carrega certa verdade ligada a seu aspecto indicial. Aqui surge uma espécie de pintura sobre papel fotográfico gerada por reagentes químicos. A paisagem se forma pela ilusão que as manchas químicas sugerem à nossa imaginação. Texturas e manchas criam a ilusão da paisagem que, de longe, tem a aparência de realidade. Este efeito quebra-se na aproximação, sugerindo que a percepção do mundo seja apenas uma questão de distanciamento em relação às

Serviço
Exposição
Dirceu Maués – Olhares: Dispositivos | Paisagem (galerias 1, 2 e 3, Pavilhão 1)
Visitação: até 31 de agosto
Segunda sexta, 9-18h30 | sábado 10-14h, sempre mediante agendamento